segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Whitney Houston - I will always remember your voice


Adorava a cantora whitney Houston! Ela possuía uma das vozes mais bonitas que eu ouvi na minha vida. A cantora morreu em circunstâncias indefinidas, depois de encher as páginas de notícias com matérias sobre sua luta contra a dependência química.  A morte dela é um convite à reflexão:  Por que as pessoas, que aparentemente têm tudo, destroem suas vidas? Como pode uma pessoa com dinheiro e bem sucedida na sua carreira profissional desmoronar e chegar ao fundo do poço? O que leva  nossos ídolos a ficarem dependentes das drogas? Será que nós, fãs, somos culpados por isso? Queremos sempre que eles estejam bonitos, sejam extrovertidos, tenham uma vida interessante. Queremos saber com quem andam, o que fazem, o que comem, o perfume que usam e tudo mais. Invadimos sua privacidade, compramos revistas de fofocas, desejamos estar a par de suas vidas. Exigimos que sejam deuses, quando na verdade, são tão humanos quanto nós. Sugamos a energia deles, e quando estão acabados, trocamos por outro. Deixemos nosso ídolos em paz! Que eles possam nos oferecer, somente o fruto de sua arte e não a sua vida! Adorava a cantora Whitney e vou continuar adorando a sua linda voz.

Minha música preferida

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

A Valorização do homem

A sociedade atual é injusta! Nela, as únicas pessoas que podem ter oportunidades são as fortes. Aqueles que não têm força  muscular são considerados cidadãos de segunda categoria.  São humilhados e inferiorizados. As mulheres, então nem se fala. Elas são consideradas, apenas, vasos reprodutórios. São objetos que pertencem aos homens, assim como seu gado, seus escravos...Isso acontece, porque a riqueza dos reinos é obtida através das batalhas. Só os homens fortes tem condições de segurar lanças e espadas, de vestir as armaduras e de lutar pelos reinos. As pessoas que tentam dizer que outras qualidades, além da força, são importantes, são ridicularizadas e tornam-se ótimas opções para serem queimadas nas fogueiras. Ninguém acha possível mudar essa realidade, por isso, todos devem continuar cultuando a força física...


Ops! Período errado. Essa é a descrição da sociedade na Era Medieval. Vamos tentar, de novo...

A sociedade atual é injusta! Nela, as únicas pessoas que podem ter oportunidades são as intelectuais. Aqueles que não são intelectuais são considerados cidadãos de segunda categoria.  São humilhados e inferiorizados. Isso acontece, porque a riqueza dos grupos econômicos é obtida através de negócios. E, só os intelectuais têm condições de manipular os sistemas da informação, de lidar com os controles burocráticos e de construir estruturas que facilitem o desenvolvimento do capital. As pessoas que tentam dizer que outras qualidades, além da intelectualidade, têm importância, são ridicularizadas e tornam-se ótimas opções para serem achincalhadas, na opinião pública. Ninguém acha possível mudar essa realidade, por isso, todos devem continuar cultuando a intelectualidade...

Duas perguntas
Não foram só os fisicamente fortes que construíram a sociedade antiga, não são só os intelectuais que constroem a sociedade atual. Por que alguns devem ser valorizados e outros denegridos? Valorizar implica em remunerar melhor?

Um sonho para o futuro
A sociedade atual respeita todos os seus cidadãos. Não há homem com igual ou menor valor, para a sociedade. Todos são considerados peças importantes para o desenvolvimento social. Há uma melhor distribuição de renda. Todos vivem dignamente!




Bem cuidado, aí?

Bah! Li no jornal que os flanelinhas estão sendo banidos de Novo Hamburgo. Que legal!  Eu não posso odiar, mas, eu tenho que dizer  que detesto flanelinhas! É um absurdo ter que pagar para estacionar em lugar público. Certa vez, quando morava em Porto Alegre, tive um desentendimento com um flanelinha que atuava na Redenção. Era dia de formatura na UFRGS, e, por isso, o dito cujo, cobrou 15 Reais para que pudéssemos estacionar o carro. O local onde queríamos estacionar ficava perto do prédio onde iria ser realizada a formatura. Mas, eu e o meu marido,  não queríamos ir a formatura, nenhuma. Só queríamos passear na Redenção. O flanelinha foi ríspido e não permitiu que a gente estacionasse na vaga do lugar. Chamei a polícia...A polícia chegou, falou com o flanelinha e foi embora. O flanelinha ficou nos olhando com cara de quem iria aprontar com o nosso carro, se a gente deixasse ele ali. Moral da história: fomos embora furiosos com a situação! Passou um tempo e nós viemos morar em Dois Irmãos, e aqui ( Que maravilha!), não tem flanelinha. Mas, na abertura do Natal dos Anjos, desse ano, tinha um cidadão, que estava prestando serviço em um estacionamento privado e que achou por bem, expandir seu território para a rua 25 de Julho e imediações. Tão  logo, o visitante de outra cidade saiu do carro, o rapaz, com colete de segurança, já foi avisando que o estacionamento custava 5 Reais. Por um momento, a lembrança do trauma sofrido em Porto Alegre, voltou à minha cabeça. Não era possível que a prática da flanelagem  (Flanelismo + chinelagem) estivesse sendo permitida na minha cidade. Entramos no carro - eu e minha família já estávamos indo embora - e logo adiante, passamos por um brigadiano e informamos a situação com a qual havíamos nos deparado.  Não ficamos para ver o resultado. Só sei que, nos outros dias do Natal dos Anjos,  não achamos mais o cidadão que estava agindo como flanelinha. 

domingo, 30 de outubro de 2011

8 motivos pelos quais eu gostaria de saber falar alemão

1. Por que eu moro em uma cidade que foi colonizada por imigrantes alemães;
2. Para não perder partes da piada da Tia Herta e do espetáculo "Nós Somos Mesmo Maravilhosas";
3. Para entender o texto escrito em alemão, no Jornal O Diário;
4. Para compreender o discurso do ex-prefeito Justino Vier, quando falado na língua alemã;
5. Para não ficar "boiando" quando as pessoas falam em alemão, na minha frente;
6. Para entender as letras das músicas natalinas, de Mauro Harff, no Natal dos Anjos;
7. Para entender as congratulações da Deutschkurs, no dia do meu aniversário, sem precisar que eles traduzam a mensagem; e
8. Para poder me comunicar, quando eu viajar para a Alemanha. (Caso eu viaje, é claro).

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Como começou a minha paixão pelos livros

Comecei lendo gibis. Cada vez que minha avó ia no centro receber sua aposentadoria, ela comprava um gibi. Tinha menos de seis anos, nem sabia ler. Alguém tinha que ler para mim. Depois entrei na escola, aprendi a ler. Comecei a ler os livros que tinham na estante de casa e os da escola. Ganhei de uma senhora, para quem a minha mãe trabalhava, uma enciclopédia velha. A enciclopédia foi o meu playstation, da época. Ficava horas e horas folheando as páginas. A enciclopédia trazia informações sobre quase tudo do mundo: inventores, lugares, mitologia, personalidades, religiões....O meu universo se expandiu, com aquela enciclopédia. 

Lembro que a minha família era muito humilde. Mas era humilde valendo. Mesmo assim, eles  nunca deixaram de comprar livros para mim. E comprar livros, naquela época, era um luxo que a gente não podia ter . Os vendedores de livros, que bateram na porta da minha casa, nunca perderam a viagem. Minha avó negociava, parcelava, e acabava comprando os livros. Ela também assinou a revista "Nosso Amiguinho". Revista que eu aconselho para todo pai e mãe assinar, pois tem um conteúdo instrutivo. Coisa que falta nas revistas para crianças, cujas matérias são cheias de propagandas e incentivo ao consumismo. Eu também assino a revista "Nosso Amiguinho" para os meus filhos. E acredito que os meus filhos vão assinar para os seus.

O que fez eu me lembrar disso tudo, foram os livros que encontrei, arrumando o armário. Uma coleção chamada "Poetas e Escritores Românticos do Brasil" da Novo Brasil Editora Brasileira Ltda. Li muitas vezes os livros dessa coleção. Cada poema, cada texto, de uma qualidade impressionante! Mas o que se poderia esperar de uma coleção que tem como conteúdo, os escritos de Castro Alves, Gonçalves Dias, Laurindo Rabelo, Casimiro de Abreu, Fagundes Varela, Gonçalves de Magalhães, Porto Alegre, Junqueira Freire, Álvares de Azevedo e Machado de Assis? 

Em época de internet, eu temo que as pessoas deixem de procurar os livros. Mas eu diria para elas que continuem procurando os livros, pois eles são uma das melhores coisas que o homem inventou. Podem ser lidos a qualquer hora, em qualquer lugar, não é necessário ligar em nada. E eles podem mudar  uma vida. Basta se achar o livro certo. E eu, estou sempre procurando o livro certo. O livro que vai fazer com que eu seja uma pessoa melhor, mais culta e mais preparada para a vida. Ou, simplesmente, um livro que vai exercitar a minha imaginação, fazendo  com que eu ria, chore, fique com medo, e tantas outras emoções. 

Tem uma frase que eu sempre penso e que me incentiva a comprar livros: "Uma casa sem livros é como um corpo sem alma". Meu Deus! Um corpo sem alma é um corpo morto. Imagine, uma casa sem livros! 

Fico horrorizada quando uma pessoa diz que não gosta de ler. Pode até dizer que não gosta de estudar, eu entendo. Pode ser que não tenha se adaptado à educação que é imposta nas Escolas. Mas não gostar de ler, é o fim. Porque qualquer um pode escolher o tipo de livro que mais gosta. O sucesso na escolha do livro é escolher o que contenha um assunto de que você goste. Se você gosta de futebol, escolha um livro que fale sobre futebol, se gosta de culinária, escolha um que contenha esse assunto, se gosta de filosofia, procure livro desse tipo. Com certeza, a leitura vai ser prazerosa! 

Uma das poesias da coleção Poetas e Escritores Românticos do Brasil:

Amor Perfeito

Secou-se a rosa...era rosa;
Flor tão fraca e melindrosa,
Muito não pode durar.
Exposta a tantos calores,
Embora fosse de amores,
Cedo devia secar.

Porém tu, amor perfeito,
Tu, nascido, tu afeito
Aos incêndios que o amor tem,
Tu que abrasas, Tu que inflamas,
Tu que vegetas nas chamas,
Por que secaste também?!

Ah! Bem sei. De acesas fráguas
As chamas são tuas águas,
O fogo é a água de amor.
Como as rosas se murcharam,
Porque as águas lhes falharam,
Sem fogo murchaste, flor.

É assim, que bem florente
Eras, quando o fogo ardente
De uns olhos que raio são,
Em breve, mas doce prazo,
Te orvalhou naquele vaso
Que, já foi meu coração.

Secaste, porque esse pranto
Que chorei, que choro há tanto,
De todo o fogo apagou.
Triste, sem fogo, sem frágua
Secaste, como sem água,
A triste rosa secou.

Que olhos foram aqueles!
Quando mais eu fiava deles
Meu presente e meu porvir,
Faziam cruéis ensaios
Para matar-me. Eram raios,
Tinham por fim destruir.

Destruíram-me: contudo
Perdôo a pesar agudo,
Perdôo a pungente dor
Que sofri nos seus tormentos,
Pelos felizes momentos
Que me deram nesta flor.

Ai! querido amor perfeito!
Como vivi satisfeito,
Quando te vi florescer!
Aí! não houve criatura
No prazer e na ventura
Que me pudesse exceder

Aí! seca flor, de bom grado,
Se tanto pedisse a fado,
Quisera sacrificar
Liberdade e pensamento,
Sangue, vida, movimento,
Luz, olfato, sons e ar.

Só para ver-te florente, 
Como quando o fogo ardente, 
De uns olhos que raios são,
Em breve, mas doce prazo,
Te orvalhou naquele vaso
Que já foi meu coração.

LAURINDO RABELO

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Post Família: A mesa de Pebolim


Que coisa divertida, a mesa de Pebolim! Nunca me interessei por ela na minha infância e juventude. Mas, eis que me deparo com ela, agora, depois de casada e com filhos. E talvez, por isso, esteja sendo tão divertido. Dá pra jogar em família. Nunca imaginei me divertir tanto com um brinquedo, quanto me divirto com esse. Ficou claro, não? É um brinquedo muito bom para se ter em casa. Pra brincar em família. A minha família é de seis pessoas. Com criaturas com idades que variam de 5 a 38 anos. Sendo assim, dá pra fazer várias combinações: jogar um contra um, dois contra dois ou três contra três. Dá para trocar os parceiros, jogar um contra dois, três contra um, jogar maiores com menores e médios com pequenos e maiores...No início, quando jogávamos três contra três, disputávamos quem iria ficar com o menor (o que tem cinco anos). Sempre queríamos que ele ficasse no time adversário, tadinho! É que ele jogava contra o patrimônio, fazia gol contra. Mas depois de tanto treino, até ele está jogando direitinho. Juro! Esses dias, eu e ele, ganhamos dos de 38 e de 10 anos. Como rimos da cara dos adversários. Eles não sabiam do nosso segredo: todos os dia depois do almoço, eu jogo uma partida com o gurizinho. Uma eu deixo ele ganhar e na outra, ganho. Perco para motivar ele a continuar jogando e se aperfeiçoando e ganho para ensinar a ele que nem sempre ganhamos. No início, quando ele perdia, ele chorava. Então, eu disse que não ia mais jogar com ele, pois ele não sabia agir, quando perdia. Acho que ele entendeu o recado e, agora, brincamos sem nenhum problema. Outro dia jogamos valendo o refrigerante. Se eu e o de 13 perdêssemos, os de 38 e de 16, poderiam tomar refrigerante. Se ganhássemos, nós tomaríamos água. Nos dias de semana (era dia de semana), prefiro que tomemos água ou suco. Refri, só quando a gente sai ou nos finais de semana. Foi uma disputa fabulosa! Jogar valendo alguma coisa, motiva mais os jogadores. Empenhei-me o máximo que pude, só para manter o pessoal longe do refri. E o de 13 também ajudou a causa. Mesmo sendo fã do refri. Acabamos ganhando. A dupla adversária ficou indignada. Tinham ganhado as três últimas partidas e naquela que valia alguma coisa, perderam. É a vida! Aconselho: Mãe, pai, manos, joguem pebolim juntos. É muito, muito divertido.

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Esses dias de chuva, que não passam! A  gente fica dentro de casa, sem ter muito o que fazer com a criançada. Recebemos uma dica de um site que é muito legal e dá pra brincar em família.  É um site em que o gênio adivinha a personalidade em quem estamos pensando. Pode ser o mais velho, o mais bizonho, personalidade histórica, ator... O gênio consegue adivinhar. Mas, de vez em quando, o bichinho se perde e daí, é ponto para nós. O site é:  pt.akinator.com

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Educação

Estão reduzindo a Educação oferecida nas escolas a uma coisa que ela não é. Educação não é saber português e matemática. Educação é preparar o homem para viver em sociedade, educação é formar cidadãos. Educação é exaltar valores como a cooperação, a honestidade, a força de vontade, a bondade, o trabalho, a responsabilidade e o amor pela comunidade. Educação é instrumentalizar o homem para que ele possa vencer os desafios da vida. Mas parece que a situação agora é outra. Educação é preparar para o IDEB. Sim, é isso mesmo. E o que o aluno precisa saber? Português e Matemática. Diante da atual situação, eu daria uns conselhos para os Diretores e professores de Escolas: 

Esqueçam todo o resto: as outras matérias, o ensino de boas maneiras, de respeito à natureza, de sociabilidade, de cidadania e fiquem treinando os alunos para serem ótimos nas matérias que caem na prova. 

Ajudem na transferência daqueles alunos que são problemáticos, pois eles não têm condições de passar e a repetência denigre o índice da sua escola. Se eles não entenderem que não são bem-vindos, digam-lhes que eles não vão ter chances naquele estabelecimento e aconselhem sua ida para outra escola. Só podem ficar os bons. Não se preocupem! Quando vocês mostrarem os maravilhosos índices obtidos pela sua escola, ninguém vai querer saber sobre isso. 

Coloquem na cabeça, que educação está diretamente relacionada com saber português e matemática. Se o seu aluno tem outras competências, explique-lhe que os avaliadores, dessa época, dão maior credibilidade aos que sabem memorizar conteúdos, principalmente os de Português e de Matemática. Mesmo que, em seus discursos humanistas, eles falem o contrário. 

Se a sua escola tiver problemas de falta de professores, falta de merenda, de materiais, de salários baixos, de alunos violentos, de alunos usuários de drogas, de greve, prédio precisando de reforma, de alunos em situação precária, de professores mal qualificados e tantos outros problemas, não se preocupem com isso. O Importante é melhorar o IDEB. Não percam o foco. 

E, por último, esqueçam todo o significado do que é ser um educador. Esqueçam as suas responsabilidades com os seus alunos, com os pais de seus alunos e com a sua comunidade. O foco não é mais o desenvolvimento do aluno, mas sim o desenvolvimento das aptidões que ele precisa para poder passar na prova. Afinal, isso vale a reputação de sua Escola. 

Desculpem a ironia e as idiotices escritas anteriormente, mas é que existem tantos problemas para serem resolvidos na educação brasileira, e eles perdem tempo, primeiramente, com IDEB. Porque não fazem o seguinte: primeiro solucionam os problemas das escolas do Brasil. Problemas como a falta de professores, de alunos em situação precária, de baixos salários, de falta de estrutura... Depois, arrumem um sistema que avalie as Escolas. Mas pelo amor de Deus! Que seja uma coisa mais abrangente. Porque avaliar uma Escola pelo IDEB é, no mínimo, limitado. É como se pudéssemos julgar o valor de um ser humano, pelo seu conhecimento de Português e matemática. Conheço pessoas sem estudo que são trabalhadoras, empreendedoras e bem sucedidas. Dois Irmãos é um celeiro de pessoas que, mesmo tendo pouco estudo, tornaram-se grandes empreendedores e políticos. Ex. Os ex-prefeitos Walter Fleck e Léo Klauck, possuíam apenas, escola primária, e, mesmo assim, foram prefeitos bem conceituados (li no livro do Justino Vier). Assim também pode acontecer com as escolas. Algumas poderão ser eficientes em formar memorizadores de conteúdos, e por isso, obterem um bom IDEB. Mas será que vão conseguir formar um indivíduo consciente de suas potencialidades e atuante socialmente? E o que é mais importante? Um indivíduo com um monte de matérias memorizadas ou um indivíduo bem preparado para lidar com suas competências, um indivíduo pensador? No primeiro caso, são privilegiados os alunos que possuem boa memória. E no segundo caso, todos os alunos. Acredito que a segunda opção seja a educação que se deseje. Uma educação que beneficie todas as pessoas, que não exclua, mas sim que aperfeiçoe e dê esperança para todos os indivíduos. Para aqueles que gostem de memorizar conteúdos, para aqueles que gostem de artes, de esportes, de trabalhos manuais, de informática, ou seja, para todos os tipos de saberes. 

Abaixo, existem alguns links com matérias sobre educação, escolas e professores. Foram poucos minutos de pesquisa na internet. Apenas, uma mostra dos problemas da educação no Brasil.